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Circuitos Turísticos
Circuito dos Cemitérios
Turismo em Cemitérios


O que é isso Turismo em Cemitérios:

O turismo em cemitério não é nada assombroso. Ao ouvir falar sobre isto não fique pensando em fantasmas e almas do outro mundo, tampouco torça o nariz. Mesmo tendo uma aparência muitas vezes triste, os cemitérios, principalmente os mais antigos guardam belas e ricas surpresas para quem se dispõe a neles entrar. Se olhar bem, poderá ver galerias de arte a céu aberto e encontrar peças e esculturas assinadas por artistas famosos. Na França e na Argentina, por exemplo, alguns cemitérios se tornaram pontos turísticos que atraem milhares de viajantes do mundo inteiro como, por exemplo, os Cemitérios de Pére Lachaise em Paris e da Recoleta em Buenos Aires.

Na verdade, esta é uma prática cultivada em várias partes do mundo como forma de divulgar a história e a cultura de uma cidade. A procura por esses concorridos pontos turísticos se dá por terem eles entre seus "moradores eternos" nomes famosos que marcaram presença na história, no esporte, nas artes ou na política. No entanto, também a beleza da arte tumulária presente nestes cemitérios contribui e muita para a sua fama.

No Brasil temos exemplos magníficos desta arte tumulária. Em São Paulo os cemitérios da Consolação, Araçá, Paulista e Morumbi são exemplos típicos desta arte. Rio de Janeiro, Bahia e Recife são outros locais onde encontramos acervos de arte tumulária.
No entanto, ao contrario do que ocorre em outros países, poucos são aqueles que percorrem os cemitérios brasileiros para visitação de túmulos ilustres ou que saibam apreciar as obras de arte que estes cemitérios muitas vezes escondem. Raras exceções acontecem durante o ano como as visitas aos túmulos de Raúl Seixas, Airton Senna, na Capital, e Mario Covas em Santos. O resto só se dá em finados.

É preciso apreciá-las com olhar de quem está num museu.

Texto de Alfredo de Souza
31/12/2005



Circuitos Turísticos em Santa Leopoldina

Localização do Município de Santa Leopoldina:

Santa Leopoldina encontra-se na Rota Caminhos do Imigrante, esta localizada Região das Três Santas (Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa e Santa Leopoldina), estamos a 48 km da Capital Vitória (Grande Vitória) do Estado do Espírito Santo, o maior emissor de turista do Estado, uma cidade de grandes belezas naturais, históricas e culturais;

Sua antiga denominação é Porto do Cachoeiro e já foi conhecido como Cachoeiro de Santa Leopoldina.
Em 1857 chegaram os primeiros imigrantes: suíços, alemães, luxemburgueses, tiroleses, dentre outros. Três anos depois, Santa Leopoldina recebe a honrosa visita de D. Pedro II, o imperador do Brasil, que escolheu a colônia para início da viagem ao interior da Província do Espírito Santo. Foi a colônia mais populosa do Brasil, emancipada em 17 de abril de 1887.
Localizado na região serrana do Espírito Santo, no tempos da colonização, iniciada pelo suíços em meados do século XIX e depois pelos luxemburgueses, tiroleses, pomeranos e principalmente italianos e alemães. A localidade mereceu pormenorizada descrição no romance Canaã (1902), de Graça Aranha, que a intitulou como "Filha do sol e das Águas".
Durante várias décadas Porto do Cachoeiro se manteve como principal pólo comercial na região de montanhas do Espírito Santo, graças à localização estratégica que as margens do Rio Santa Maria garantia, favorecendo o acesso à baía de Vitória.
Paraíso Ecológico
Santa Leopoldina é um verdadeiro paraíso ecológico com exuberância de várias cachoeiras, fauna e flora e diversidade étnica que conferem à região uma grande potencialidade de turismo, cultura, lazer e prática de esportes radicais. Além da cultura diversificada, a cidade destaca-se, principalmente, pela grande quantidade de cachoeiras belíssimas, que atraem milhares de turistas todos os anos.




CIRCUITO DOS CEMITÉRIOS



Turismo em Cemitérios
Mostra Histórica e Cultural um Verdadeiro Museu a Céu Aberto.




O Primeiro no Estado do Espírito Santo

• Túmulo da Família Reisen - Centro
• Túmulo de José de Anchieta Fontana - Centro
• Túmulo da Maria Gilda - Centro
• Túmulo de Luiz Holzmeister - Centro
• Túmulo de Francisco Schawtr - Centro
• Túmulo de Albert Dietz – Cemitério da Suíça
• Túmulo do Frei Hadrianus lantchener
• Família Vervloet – Centro
• Família Vervloet - Luxemburgo


José de Anchieta Fontana – Futebolista Brasileiro

Nasceu em Santa Teresa-ES em 31 de dezembro de 1940.
No Vasco da Gama formou uma dupla defensiva com Brito. Em 1969, quando deixou o Vasco da Gama para defender o Cruzeiro, a dupla foi desfeita, mas não por muito tempo. Em 1970, Brito foi contratado pelo Cruzeiro onde voltaram a jogar juntos. No mesmo ano a dupla foi convocada para a disputa da Copa do Mundo de 1970, sagrando-se campeão do mundo pelo Brasil.
Encerrou a carreira em 1972. Oito anos mais tarde, em 9/9/1980 durante uma partida de futebol entre amigos, Fontana sofreu um ataque cardíaco e morreu, aos 39 anos.
Foi sepultado ao lodo de seus pais em Santa Leopoldina. A Rua José de Anchieta Fontana (Lei nº 464 de 13 de Novembro de 1980) leva o nome em sua homenagem.

Títulos:
Campeonato Capixaba – 1959 e 1962
Taça Guanabara – 1965 e 1967
Torneio Rio São Paulo – 1966
Campeonato Mineiro – 1969 e 1972
Copa do Mundo – 1970


Francisco Schwarz

Foi uma das maiores autoridades na história de Santa Leopoldina. Estudioso de suas etnias publicou dois livros, "Santa Maria de Jetibá" e "O Município de Santa Leopoldina".

Nascido em Santa Leopoldina, onde também fez história na política: exerceu cinco mandatos de deputado estadual e como prefeito, em parceria com seus habitantes abriu a maior parte das estradas do município. Schwarz não se limitou às pesquisas e à política: reservou a terceira idade para pintar. Como não podia deixar de ser, transformou Santa Leopoldina no tema principal da sua pintura, surpreendendo pela qualidade de suas obras.

Embora a pintura tenha ocupado poucos anos de sua vida, a intensidade com que se dedicou a ela acabou trazendo-lhe consequências à saúde, quando ficou prejudicado pelo contato com as tintas. Impedido de pintar, Schwarz já aos 77 anos de idade escreveu suas memórias, através das quais legou à posteridade de parte da vida que passou em sua cidade natal, além da sua trajetória na política e muito das suas reflexões sobre os descendentes europeus no Brasil, pois afinal, ele, que escreveu tanto sobre os europeus de Santa Leopoldina, também é um deles.


Maria Gilda

Nascida em 04-09-1922, filha do farmacêutico Silvestre Ferreira e de Lucia Reisen e neta de Maria Zelinda Avancine e José Reisen. Veio a óbito em 19-01-1923 por afogamento em uma banheira.

Em sua homenagem foi construído este mausoléu, onde a cruz esta sob uma armação de concreto. A parte interna concretada é oca e por este motivo, permanentemente está cheio de água, mesmo nos grandes períodos de estiagem. A origem dessa água é tida como milagre. Antigamente muitas caravanas, de vários lugares do Brasil, vinham em romarias a este tumulo em busca de curas, muitos se dizem curados até hoje. Informam os mais velhos moradores da cidade, que sua avó Dona Maria, fora à mulher mais caridosa que o Município tivera e que seu sepultamento foi o mais concorrido dos já realizados na cidade.


Luiz Holzmeister

Luiz Holzmeister Filho, quando morreu era promotor de justiça local, por nunca ter desejado sair de onde nasceu. Apesar dos vários cargos que lhe foram oferecidos, foi prefeito de Santa Leopoldina e construiu o prédio da prefeitura. Luiz também criou o Museu do Colono, situado na rua principal da cidade no prédio que era residência da família. O museu é uma das principais atrações turísticas da cidade.



Albert Richard Dietze

Nasceu na Alemanha, em 1838. Em 1869 migrou para o Brasil, passando a trabalhar no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Pouco depois, ali instala a sua "Photographia Alemã", circulando por várias localidades, inclusive pelo Espírito Santo, à procura de clientes que se interessassem pelos seus serviços de retratista. Os filmes eram levados para revelar e ampliar no seu estúdio do Rio de Janeiro. Em 1873, casou-se com Frederica Cristina Henrietta Sacht, também alemã, que havia chegado ao Brasil com apenas 6 meses de idade.
A boa aceitação de seus trabalhos e o consequente aumento das encomendas parece explicar o motivo pelo qual em 1874, o fotógrafo optou por transferir seu estúdio e fixar residência em Santa Leopoldina. Entusiasmado com a beleza natural da região e com o progresso econômico de seus conterrâneos, tornou-se uma espécie de repórter fotográfico da vida dos colonos leopoldinenses. Muitas das fotografias que Dietze produziu sobre a paisagem, o preparo da terra, colheitas, construções e outras atividades envolvendo diretamente os alemães, foram enviadas por ele à Imperatriz Tereza Cristina, a quem pedia auxílio para publicar um folheto ilustrado com fotografias, que serviria para fazer propaganda do Brasil na Europa, o que estimulou a migração espontânea de alemães para cá.
Como fotógrafo foi um pesquisador de equipamentos e processos químicos, colocou-se mesmo como pioneiro no emprego de alguns deles. Apesar das dificuldades, procurou manter-se sempre atualizado e em sintonia com todas as novidades européias. Participou de exposições internacionais em Berlim e Paris, onde seus trabalhos foram bem recebidos e destacados com menção honrosa. Suas composições e contrastes tonais revelam uma sensibilidade à flor da pele e um perfeito domínio do "métier”.
Em Santa Leopoldina foi ainda agente consular e comerciante de produtos nacionais e importados. Amante das artes dedicou-se também à música. Chegou a formar uma orquestra com os próprios filhos, e se apresentavam em toda a região. Os instrumentos: violinos, piano, violoncelo, clarinetas, trombones, concertinas e um "copofone" assim denominado por constituir-se de copos de cristal, continham cada um uma mistura diferente de água e óleo, em quantidades variadas o qual, produzia sons em várias intensidades e alturas. Esses e outros instrumentos eram importados por Dietze, da Alemanha, ou construídos por ele. Faleceu em Santa Leopoldina - ES, em 1906.


Família Vervloet

A Família Vervloet deixou a Bélgica em dezembro de 1858 chegando ao Brasil em abril de 1859. No mesmo ano fixou residência em Santa Leopoldina (antigo Porto de Cachoeiro), na região de Luxemburgo, perto da Suíça antiga sede desse Município.

Os três nomes de maior destaque dessa família belga foram:
O Patriarca: Jean Joseph Vervloet, naturalizado brasileiro como João José Vervloet e seus dois filhos mais velhos: Jean Baptiste Vervloet (João Vervloet) e Jerôme Sebastian Vervloet (Jeronymo Vervloet).

Foram pioneiros em todos os segmentos.
A eles se deve o início do comércio local (loja e compra e venda de café em Luxemburgo). Comércio importador e exportador e comércio atacadista e varejista através de suas três firmas: V & J.Vervloet em Luxemburgo, J.Vervloet & Cia. no Porto de Cachoeiro e Vervloet. Irmão & Cia. em Timbuy (hoje Santa Teresa).

A eles devemos, também, a primeira exportação de café para a Europa, a construção das primeiras casas residenciais e comerciais no Porto de Cachoeiro, a iluminação da cidade, o abastecimento da cidade com água encanada e a exploração do Rio Santa Maria através da sua firma: Cia. de Navegação Fluvial quando interligaram o Rio Santa Maria ao Oceano Atlântico, interligando também, o Porto de Cachoeiro à Vitória, capital do Estado.

Suas canoas serviam de transporte fluvial para passageiros e também, para o transporte de café, quando elas voltavam carregadas de mercadorias para abastecimento das lojas de suas três empresas. Não existia estrada de rodagem naquela época.

Após o falecimento de Jeronymo Vervloet, ocorrido em 20 de maio de 1913, aos 54 anos, assumiram a empresa Vervloet. Irmão & Cia. seus três filhos, os brasileiros:
- José Eugênio Vervloet (Chefe) na cidade de Santa Teresa,
- Francisco Alfredo Vervloet (França) e João Jeronymo Vervloet no Porto de Cachoeiro, hoje Santa Leopoldina.

Foram eles os responsáveis pela construção da estrada liga Santa Leopoldina a Santa Teresa (com recursos próprios) através de sua firma Vervloet Irmão & Cia. associando-se às empresas: Franz Muller Cia. e J. Reisen.
Texto: Ivana Vervloet


Família Reisen

A história de sucesso da Família Reisen começou em 1899 com José Reisen. Filho dos colonos, João Reisen e Marie Amèlie Vervloet, ficou órfão de pai com apenas 04 anos de idade.

Adotado pelo coração generoso de seu tio Jean Baptiste Vervloet – que não teve filhos – na data de 29 de junho de 1899, já com 24 anos, passou a ser o procurador dos seus negócios, no Porto de Cachoeiro quando seu tio deixou o município de Santa Leopoldina para residir no Rio de Janeiro.
Desde então a firma J.Vervloet & Cia., que era considerada a maior potência financeira da cidade deixou de existir ao nascer a J. Reisen em 1900.

José Reisen que havia sido preparado desde criança por seu tio para substituí-lo no futuro, soube desenvolver um trabalho brilhante nessa empresa. Foi um dos responsáveis pela construção da estrada de liga Santa Leopoldina a Santa Teresa, junto com Vervloet Irmão & Cia. e Franz Muller & Cia.

Deixou Santa Leopoldina para residir no Rio de Janeiro antes da crise do café que abalou financeiramente todas as empresas desse município. Usufruiu pouco daquela cidade faleceu pouco tempo depois com apenas 53 anos. Seu corpo está sepultado no Cemitério São João Batista, na cidade do Rio de Janeiro.
Texto: Ivana Vervloet


Família Vervloet (Cemitério Luxemburgo)

JEAN JOSEPH VERVLOET ( 40 anos) e sua mulher ANNE MARIE VAN ISTERDAEL (34 anos) deixaram a Bélgica em dezembro do ano de 1858 acompanhados dos seguintes filhos:
Jean Baptiste Vervloet com 13 anos
Jerôme Sebastian Vervloet com 10 anos
Marie Amélie Vervloet com 07 anos
François Auguste Vervloet com 03 anos
Joseph Lucien Vervloet com 02 anos incompletos.
Seu filho Victor Antony Vervloet não embarcou. Estava doente e necessitava de cuidados médicos especiais. Ficou na Bélgica até completar 18 anos. Veio para o Brasil em 1872.

Anne Marie, que estava grávida quando deixou a Bélgica teve sua filha Eugenie ainda no navio já ancorado no Porto do Rio de Janeiro.
DATA DA SAÍDA DA BÉLGICA: 15 de dezembro de 1858.
DATA DA CHEGADA AO PORTO DO RIO DE JANEIRO/BRASIL: 19 DE ABRIL DE 1859.
DATA DA SUA CHEGADA AO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO; 02 de Maio de 1859.
CHEGADA EM LUXEMBURGO/PORTO DE CACHOEIRO: maio de 1859.

No Cemitério Municipal de Santa Leopoldina também tem o Túmulo de Alguns Vervloet contando a Historia da Importância da Família para o Município e Estado do Espírito Santo.


Trajetória do Padre Hadriano Lantchener em Santa Leopoldina

O Frei Hadrianus Lantchener, era originário da região de Innsbruck, Áustria. Traduzindo-se para o português Hadrianus significa Adriano. O Frei chegou ao Estado do Espírito Santo no ano de 1856, onde fundou a Paróquia de São José do Queimado tendo prestado serviço religioso também na comunidade de Santa Isabel.

No ano de 1858 instalou-se na comunidade do Tirol, onde prestou o mesmo serviço aos colonos recém chegados. Integrou a administração da colônia e passou a receber uma gratificação equivalente a trinta mil réis anuais pelo serviço de professor público.

No ano de 1860 Santa Leopoldina recebeu a visita do Imperador D. Pedro II e na ocasião o Frei celebrou a missa na Capela de Nossa Senhora do Patrocínio, construída por Domingos José de Freitas no ano de 1856 a única capela da colônia. Após a missa o Imperador teve uma conversa com o Frei recomendando a construção de mais duas Igrejas nos pontos mais extremos da colônia e contemplou o Frei com a quantia de seiscentos mil réis destinadas à construção de um cemitério e uma outra quantia equivalente a trezentos mil réis destinada à compra de pelas para a igreja, com o objetivo de facilitar o acesso dos católicos à participação na missa, uma vez que os fieis andavam cerca de duas léguas para chegarem até à Igreja.

No dia 1º de maio de 1864, foi lançada a pedra fundamental da Igreja localizada na sede da colônia. No ano de 1866 iniciou-se a construção da primeira Igreja do Tirol, que foi revestida de madeira, concluída em 1868. A igreja teve como padroeira a Imaculada Conceição. As dependências da igreja também foram de grande utilidade para a educação dos filhos dos colonos, uma vez que as aulas eram ministradas nas dependências da Igreja.

Durante a sua trajetória o Frei Hadrianus contou com a ajuda dos Frades Wandelino e Pedro que contribuíram para a construção das capelas de Luxemburgo, Mangaraí e Suíça.

As escriturações dos batizados, casamentos e enterros foram registrados em livros enviados pelo Governo. No arquivo da paróquia de Santa Leopoldina encontra-se apenas o livro de batizados. Que escritura 181 assentos, sendo que o primeiro é datado do dia 10/05/1858 com o batizado de Manuela, filha de João Shoph e Dorotheia Matias, nascida em 28/04/1858 e o último realizado no dia 15/10/1868, com o batizado de Catharina, filha de Geraldo Robers e Gertrudes Nicheans, nascida em 12/10/1868.

Além do trabalho realizado em Santa Leopoldina o Frei também atuou na colônia de Santa Isabel, após a exoneração do Frei Pedro Regalado foi o responsável pelas atividades naquela colônia e se locomovia de tropa gastando cerca de dois a três dias de viagem até o local.

As ocupações de vigário e professor não permitiam ao Frei ausentar-se por um longo período de sua residência. Ciente disso insistia na administração provincial para que junto ao Governo Imperial fosse nomeado outro padre. Assim, por aviso no dia 18 de dezembro de 1863, foi nomeado o padre José Maximiliano Fried que, em 7 de janeiro de 1864, entrou em exercício. Em 24 de julho de 1868 a capela e o cemitério foram concluídos.

O Frei, muito doente, foi para vitória buscar tratamentos médicos internando-se no Convento de São Francisco, onde veio a falecer no dia 23 dezembro de 1868. O corpo chegou ao Tirol, onde uma caravana o transportou até ao local em que foi sepultado.

A população local foi a responsável pelos custos do transporte do corpo de Vitória até ao Tirol, sendo enterrado no cemitério que ele mesmo construiu.




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